Você está na página do Pan, um programa do Departamento de Psiquiatria da Unifesp.

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Ensino

A educação em qualquer área deve oferecer objetivos claros centrados na necessidade de quem aprende, assegurar que estudantes estejam ativamente envolvidos no processo de aprendizagem, orientar as posturas e as atitudes relativas às tarefas a serem efetuadas, ser apropriado para o contexto e cultura do aprendiz, avaliar sistematicamente todo o processo de aprendizagem (aluno, professor, metodologia de ensino, etc.) e preparar para desafiar hipóteses e confirmar controvérsias se elas existem e respeitar as recomendações relevantes.

Tradicionalmente, o aprendizado inicial nas escolas médicas é orientado, em semiologia, para a coleta sistemática e organizada de informações, dentro dos princípios técnicos da anamnese e do exame físico, para a construção do raciocínio clínico. As teorias de aquisição de habilidades consideram que é difícil ensinar os processos de raciocínio quando os alunos não têm conhecimento e experiência prática suficiente. Por isso, reconhece-se cada vez mais que o número, o tipo e a diversidade de experiências práticas durante o período curricular são essenciais para o desenvolvimento e aprimoramento do raciocínio para a tomada de decisões.

O ensino em psiquiatria geriátrica engloba o conhecimento do processo de envelhecimento; da epidemiologia, quadro clínico, diagnóstico e manejo dos transtornos mentais e físicos, enfatizando as características que diferem de condições similares dos não-idosos e a complexa interdependência de fatores mentais, físicos e socioculturais.

Outros aspectos que devem ser contemplados no ensino são a avaliação das necessidades de suporte dos pacientes e cuidadores, a comunicação, a postura e a atitude no trabalho em equipe multidisciplinar e encorajar atitudes positivas, elaborar as razões de atitudes negativas, propiciar entendimento dos limites e expectativas realistas sobre o tratamento dos idosos.

A abordagem psiquiátrica do idoso é extremamente complexa em virtude das comorbidades com doenças físicas, das alterações farmacodinâmicas e farmacocinéticas, dos estressores psicossociais(falta de suporte social, isolamento, aposentadoria) e dos déficits cognitivos mais frequentes.

Para que um residente de psiquiatria tenha uma experiência aprofundada dos transtornos mentais nos idosos, o estágio de segundo ano é composto atividades teóricas e práticas conduzidas em dois ambulatórios:o Ambulatório de Neuropsicogeriatria e o PAN – Programa de Atendimento Neuropsicogeriátrico.
O Ambulatório de Neuropsicogeriatria nasceu da parceria entre o Departamento de Psiquiatria e a Disciplina de Geriatria e conta em sua equipe fixa com psiquiatras, geriatras, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo. Existe uma profissional com especialização em avaliação e reabilitação neuropsicológica. Esse ambulatório funciona desde 1998 e lida com pacientes complexos com mais de 65 anos e com transtornos psiquiátricos, geralmente, em comorbidade com outras doenças físicas (por exemplo, doença de Parkinson, AVC, diabetes, doenças cardiovasculares) e, frequentemente, em regime de polifarmácia. Entre os transtornos psiquiátricos, destacam-se as demências, os transtorno do humor e os transtornos psicológicos e comportamentais relacionados com a demência.

Os atendimentos desse ambulatório ocorrem semanalmente, às quintas-feiras, no período da tarde e são realizados por residentes de clinica médica, geriatria, de psiquiatria de 4º ano egerontólogos e supervisionados por uma equipe multiprofissional.

O PAN é um programa de atendimento de idosos com transtornos mentais. Funciona semanalmente, às segundas-feiras e atende, preferencialmente, pacientes com mais de 59 anos e menos de 75 anos, que apresentem transtornos psiquiátricos com comorbidades médicas compensadas e sem déficit cognitivo considerável. Os problemas de saúde mental a serem atendidos nessa unidade pelos residentes são déficit cognitivo leve, transtornos psicóticos de início tardio, de humor (depressão, transtorno bipolar), ansiosos e de ajustamento. As supervisões de residentes são oferecidas por médicos psiquiatras com experiência no atendimento de pacientes idosos e realizadas concomitantemente aos atendimentos no período entre 13 e 16 horas. Futuramente, espera-se que se juntem profissionais de saúde mental aptos a oferecer psicoterapia de curta duração (psicoterapia interpessoal e terapia cognitivo-comportamental) individual e de grupo e, se possível, um geriatra e um neuropsicólogo.

Semanalmente, às sextas-feiras, os residentes participam das atividades teóricas desenvolvidas pela psiquiatra coordenadora do programa, a Dra Márcia A. Menon. As atividades teóricas são aulas ou seminários com apresentação de caso, artigos ou capítulos de livro a critério do professor. As aulas teóricas abordam os principais temas em psiquiatria geriátrica e as peculiaridades sobre a psicopatologia e a psicofarmacologia do idoso.



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